Defesa de Bolsonaro celebra arquivamento de investigação sobre vacina

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O jurisperito Paulo Cunha Bueno, que faz segmento da resguardo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), celebrou, nesta quinta-feira (27), o pedido de arquivamento feito pela Procuradoria-Universal da República (PGR) na investigação por fraude no cartão de vacinação contra a Covid-19.

Bueno disse esperar “que as demais investigações tenham o mesmo rumo”. 

“O arquivamento que, por outras palavras, equivale ao fechamento do caso sem que haja criminação contra o [ex-]presidente, era a única providência adequada em uma investigação que era vazia de qualquer elemento, ainda que pífio, de prova”, prosseguiu o protector.

 

 

 

Há um ano, a Polícia Federalista concluiu que o ex-presidente cometeu os crimes de associação criminosa e inserção de dados falsos.

Porém, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, afirma em parecer enviado ao Supremo Tribunal Federalista (STF) que, embora o tenente-coronel Mauro Cid tenha dito em sua delação premiada que Bolsonaro ordenou a ele que inserisse dados falsos de vacinação, não há provas que corroborem sua versão.

“Somente o colaborador afirmou que o presidente lhe determinara a realização do ato”, afirmou o procurador-geral. Gonet lembra que a lei ‘proíbe o recebimento de denúncia que se fundamente ‘somente nas declarações do colaborador’”, citou.

“Daí a jurisprudência da Incisão exigir que a informação do colaborador seja ratificada por outras provas, a termo de que a denúncia seja apresentada”, sustentou o procurador-geral. Cabe agora ao ministro Alexandre de Moraes estudar o indiciamento da PF, o parecer da PGR e deliberar se arquiva ou não a investigação.



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